Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

painel-flashback
No comando: Painel FlashBack

Das 01:00 as 02:00

songs-of-love
No comando: Songs of Love

Das 02:00 as 03:59

pop-show
No comando: Pop Show

Das 04:00 as 04:59

paradao-sertanejo
No comando: Paradão Sertanejo

Das 05:00 as 05:59

radio-revista
No comando: Rádio Revista

Das 06:00 as 06:59

super-hits
No comando: Super Hits

Das 07:00 as 07:59

arena-sertaneja
No comando: Arena Sertaneja

Das 08:00 as 09:59

toque-de-mulher
No comando: Toque de Mulher

Das 10:00 as 10:59

interligados
No comando: Interligados

Das 11:00 as 12:59

120-minutos
No comando: 120 minutos

Das 13:00 as 14:59

conexao-jovem
No comando: Conexão Jovem

Das 15:00 as 15:59

territorio-sertanejo
No comando: Território Sertanejo

Das 16:00 as 17:59

2-sertanejo
No comando: 2% Sertanejo

Das 18:00 as 19:59

sequencia-programada
No comando: Sequência programada

Das 20:00 as 20:59

sertanejo-prime
No comando: Sertanejo Prime

Das 21:00 as 21:59

lovenejo
No comando: LoveNejo

Das 22:00 as 00:00

Assessor diz à Polícia Federal que contava dinheiro na casa da mãe de Geddel

Compartilhe:
mala-dinheiro-geddel-pf-1256x720

Job Ribeiro, que trabalhou com o deputado irmão de Geddel, teve digitais encontradas nas cédulas escondidas em bunker. Ele disse que não sabia para onde ia o dinheiro que contava .

O assessor parlamentar Job Ribeiro disse em depoimento à Polícia Federal que contava dinheiro na casa da mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Ribeiro trabalhou com o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, e teve as digitais encontradas nas cédulas dos R$ 51 milhões que a polícia descobriu em um apartamento atribuído ao ex-ministro.

A polícia investiga se Geddel, preso em Brasília, ele era dono ou intermediário da fortuna.

À PF, Ribeiro, que está em prisão domiciliar, disse que, com “maior frequência a partir de 2010”, recebia o dinheiro de Geddel para contar na casa da mãe do ex-ministro.

Segundo Job, as quantias variavam de R$ 50 mil a R$ 100 mil e chegavam em pacotes de papel pardo. Às vezes, segundo ele, as cédulas apareciam soltas ou envoltas em fitas.

O assessor afirmou que não sabia de onde vinha o dinheiro e nem para onde era enviado depois. Ele disse que a contagem era feita em uma sala reservada, que funcionava como uma espécie de gabinete.

Job relatou, por fim, que não recebia dinheiro de Lúcio Vieira Lima.

Fonte:G1

Deixe seu comentário:

Publicidade