Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

painel-flashback
No comando: Painel FlashBack

Das 01:00 as 02:00

songs-of-love
No comando: Songs of Love

Das 02:00 as 03:59

pop-show
No comando: Pop Show

Das 04:00 as 04:59

paradao-sertanejo
No comando: Paradão Sertanejo

Das 05:00 as 05:59

radio-revista
No comando: Rádio Revista

Das 06:00 as 06:59

super-hits
No comando: Super Hits

Das 07:00 as 07:59

arena-sertaneja
No comando: Arena Sertaneja

Das 08:00 as 09:59

toque-de-mulher
No comando: Toque de Mulher

Das 10:00 as 10:59

interligados
No comando: Interligados

Das 11:00 as 12:59

120-minutos
No comando: 120 minutos

Das 13:00 as 14:59

conexao-jovem
No comando: Conexão Jovem

Das 15:00 as 15:59

territorio-sertanejo
No comando: Território Sertanejo

Das 16:00 as 17:59

pop-music
No comando: Pop Music

Das 18:00 as 19:59

sertanejo-prime
No comando: Sertanejo Prime

Das 20:00 as 20:59

lovenejo
No comando: LoveNejo

Das 22:00 as 00:00

Londres rejeita nova investigação sobre ataque químico na Síria

Compartilhe:
ataque-siria

Homem sírio reza em julho em um cemitério em Khan Sheikhun, 100 dias após um suposto ataque de gás tóxico ter matado 88 pessoas, entre elas 31 crianças – AFP/Arquivos

A Grã-Bretanha rejeitou nesta sexta-feira a proposta da Rússia de impor condições para a prorrogação do painel dirigido pela ONU para identificar os responsáveis por um ataque com armas químicas na Síria.

Os Estados Unidos têm um projeto de resolução no Conselho de Segurança para prorrogar, por dois anos, o grupo de especialistas das Nações Unidas e da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), e acusam o governo sírio de estar por trás do ataque com gás sarin.

A Rússia, aliada de Damasco, propõe uma prorrogação de seis meses do grupo, cujo mandato vence no dia 16 de novembro, e o início de uma nova investigação.

“O projeto de resolução russo é um estratagema cínico para desacreditar este grupo profissional, independente e imparcial”, declarou o embaixador britânico Matthew Rycroft.

“A Rússia tenta atirar no mensageiro para encobrir o seu terrível aliado”.

A Grã-Bretanha pediu ao Conselho que renove o mandato atual do grupo, “que já permitiu resultados rigorosos e conclusivos”.

Ao menos 800 pessoas morreram após o ataque com gás sarin no dia 4 de abril de 2017 contra Khan Cheikhun, na província de Idlib, na ocasião controlada por rebeldes e jihadistas.

Em um relatório da ONU publicado no dia 26 de outubro, os especialistas se mostraram “convencidos de que a República Árabe Síria” foi “responsável pelo uso de gás sarin” no ataque, mas a Rússia o trabalho “superficial” e “pouco profissional” do grupo, argumentando principalmente que os investigadores sequer foram a Khan Cheikhun.

O Conselho de Segurança discutirá o relatório na próxima terça-feira.

Fonte: Isto É

Deixe seu comentário:

Publicidade